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Coworking de saúde inova há 20 anos na Barra da Tijuca

Primeiro coworking de saúde do país, Espaço Médico Brasil oferece toda a parte administrativa para os médicos, que pagam por tempo de uso, incluindo call center

Diferencial é a gestão 100% feminina, com olhar humanizado, e um ambiente decorado dentro das normas

Pensando em inovação e querendo melhorar o cenário para os profissionais da saúde, a empresária Liana Segal, de 61 anos, criou há 20 anos o Espaço Médico Brasil. O local é o primeiro coworking de saúde do país, localizado na Barra. Além de oferecer aos médicos toda a parte de gestão e administração do consultório, o espaço tem uma abordagem de cuidado humanizada, visando sempre o bem-estar do paciente e dos colaboradores.

“Quando me formei em desenhista de produto, ganhei um olhar para as carências à minha volta. Em 1995 identifiquei a medicina como um segmento carente, tinha muitos profissionais da saúde na minha família. Então eu percebi um problema em comum para todos eles: a dificuldade de ter e administrar o próprio consultório. Foi aí que apareceu a ideia de fazer a gestão de consultório para muito médicos em um único endereço, um coworking de saúde”, conta a empresária.

Como funciona um coworking de saúde

O funcionamento do Espaço Médico Brasil é muito semelhante à um coworking convencional: “Temos uma clínica com vários consultórios, em cada consultório podem entrar três médicos por dia, então esse médico paga só pelo uso. Se ele tiver outros afazeres como plantões em hospitais, pode utilizar no momento que quiser e pagar somente por aquele período. Junto com essa locação, temos as funcionárias que são contratadas e treinadas por mim. O ambiente é decorado com tudo dentro das normas sanitárias e toda a parte de manutenção é por nossa conta. Nenhum desses estresses passa pelos médicos, eles só se preocupam em oferecer o melhor atendimento”.

Entre os diferenciais oferecidos pelo espaço está o serviço de call center, totalmente separado da clínica. Com isso, o ambiente ganha em tranquilidade e atenção da equipe de apoio, que trabalha somente para atender os pacientes que estão ali. “Nosso maior diferencial é ter uma gestão totalmente feminina, uma gestão com olhar humanizado. Olhamos para o paciente com desejo de ajudar. Temos a sensibilidade de um ambiente que lida com vidas, problemas, saúde. As tomadas de decisão são voltadas para o bem-estar e não para o lucro”, diz Liana.

A experiência de quem vive

Para a médica Thaysa Costa, a gestão do espaço é um diferencial – Arquivo Pessoal

A endocrinologista Thaysa Costa, de 30 anos, afirmou que estar no coworking foi uma grande porta para entrar no mercado de trabalho. “No início da carreira, a maior dificuldade do autônomo é fazer os pacientes conhecerem a ele e ao seu trabalho, gerando confiança. Existem diversos prédios onde é possível a locação do espaço para atendimentos… Porém, o ponto positivo do Espaço Médico é que ele possui uma plataforma diferente. Isso facilita essa inserção inicial no mercado. A locação da sala vem com a associação de um formato de uma clínica, com marketing dos profissionais e diversas especialidades diferentes atuando no mesmo local”.

Para ela, a gestão do espaço é um diferencial. “Além da vantagem de ter a estrutura de uma clínica, não perdemos a autonomia. Podemos ter todo o equipamento próprio, levar e armazenar para uso na clínica. A única preocupação é atender aos seus pacientes. Sem nenhuma burocracia administrativa a mais”.

 

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